Projeto reúne três profissionais com mais de 20 anos de atuação e propõe uma nova abordagem para um dos principais desafios das empresas: transformar cultura, liderança e pessoas em performance e lucratividade
O que acontece dentro de uma empresa aparece, mais cedo ou mais tarde, no seu faturamento. Falhas de comunicação, lideranças despreparadas, equipes desalinhadas, alta rotatividade e falta de prevenção podem parecer problemas isolados, mas têm impacto direto na produtividade, nos custos e, consequentemente, no resultado financeiro.
É a partir dessa visão que nasce o Instituto Guardiões da Cultura, projeto criado por Edmilson Ortiz, Priscila Coelho e Silvia Sarmento, três profissionais com trajetórias consolidadas e mais de duas décadas de experiência no mercado. Agora, eles unem suas expertises em uma proposta que vai além do modelo tradicional de consultoria empresarial. O objetivo é simples: cultura empresarial não é apenas uma questão de recursos humanos. É uma questão de negócio.
A união dos três profissionais é um dos diferenciais da iniciativa. Edmilson Ortiz, Silvia Sarmento e Priscila Coelho chegam ao novo projeto depois de construírem negócios e carreiras consolidadas em suas respectivas áreas. Agora, colocam esse repertório em conjunto para desenvolver uma abordagem multidisciplinar, conectando experiência prática e estratégia empresarial.
Na foto: Silvia Sarmento e Priscila Coelho
Na ordem a foto das meninas
Os números ajudam a dimensionar o desafio. Segundo a Gallup, apenas 32% dos trabalhadores brasileiros estão engajados com seu trabalho. Já uma pesquisa da EY aponta que 34% dos executivos brasileiros consideram produtividade, eficiência operacional e custos o principal desafio interno das empresas para os próximos anos. É justamente nessa equação que o Instituto pretende atuar.
A proposta conecta áreas que muitas vezes são tratadas de forma independente dentro das organizações: gestão de pessoas, liderança, comunicação, cultura e segurança. A lógica defendida pelos fundadores é que uma liderança que não comunica perde capacidade de mobilizar; uma equipe desalinhada perde produtividade; uma empresa que não desenvolve seus gestores aumenta conflitos e rotatividade; e uma organização que não trabalha com prevenção pode transformar crescimento em risco e prejuízo.
Nesse contexto, o Instituto Guardiões da Cultura pretende trabalhar com empresas que buscam não apenas solucionar problemas pontuais, mas compreender o que está impedindo o negócio de performar melhor.
Mais do que falar sobre cultura, o novo instituto quer colocar o tema onde, segundo seus fundadores, ele realmente precisa estar: na estratégia e no caixa das empresas.
Na foto: Silvia Sarmento, Edmilson Ortiz e Priscila Coelho
Autor(a): Rosiley Souza
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