Durante o período em cartaz, o conjunto de obras revelou o testemunho sensível da artista sobre a presença do vento em seu cotidiano. Imagens e esculturas cristalizam instantes percebidos entre o ar e as matérias orgânicas, registrando movimentos, deslocamentos e danças silenciosas provocadas por essa força invisível da natureza“Enquanto varria a varanda pela manhã, de repente, passei a olhar de outra forma para os elementos que iriam para o lixo. Com uma atenção renovada, comecei a admirar pequenas penas, folhas e gravetos em movimento. Pouco a pouco surgiu uma coleção, à qual se juntaram outros materiais orgânicos que, pelas transformações naturais, haviam se tornado leves ao vento”, conta a artista.
Com curadoria de Kamilla Nunes, a exposição “Vento” permanece aberta para visitação até esta sexta-feira (19), das 12h às 18h. O Instituto Meyer Filho conta com o apoio do Banco do Brasil, da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.
Autor(a): Rosiley Souza
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